terça-feira, 19 de abril de 2011

Tecnologias na Escola - Atividade à distância 1

Por que precisamos usar a tecnologia na escola?
As relações entre a escola, a tecnologia e a sociedade
Por Edla Ramos


O texto disponibilizado para leitura é uma adaptação de um outro bastante semelhante de autoria de Edla M. F. Ramos, que consta do livro recém publicado “Informática
aplicada à aprendizagem da matemática”. Este livro foi escrito para o programa de Licenciatura em Matemática à Distância oferecido pela Universidade Federal
de Santa Catarina. A autora e a Coordenação do Curso autorizaram a sua inclusão neste material.


Se este texto estivesse sendo lido por você a vinte e tantos anos atrás, uma questão
que provavelmente apareceria seria se deveríamos ou não usar as novas (nem tanto mais) tecnologias na educação.
No início da década de 80, havia o anseio de que essa tecnologia poderia produzir a massificação do ensino, descartando a necessidade do professor, ou que pudesse levar a aceleração perigosa de estágios de aprendizagem com conseqüências graves. Argumentava-se também sobre o disparate de usar microcomputadores em
escolas que eram carentes de outros tantos recursos. Hoje em dia, no entanto, já há
bastante concordância sobre o fato de que a informática deva ser incorporada ao processo educacional. Permanecem, contudo, as dúvidas sobre por que (ou sob qual perspectiva) e sobre como essa incorporação deve acontecer.
Se você também não se contenta com esse argumento, está convidado para uma reflexão mais ampla acerca do tema! Neste texto, apresento diversos argumentos para demonstrar que a superação das exclusões não vai se dar pela via da empregabilidade apenas.
A crise que estamos vivendo vai muito além do desemprego, pois estar empregado é
condição necessária, mas cada vez menos suficiente, para a cidadania.
É preciso superar a lógica da empregabilidade, pois esta não dá conta da sutileza e
da complexidade da relação entre escola, tecnologia e sociedade.
Não contribui também para a construção de uma educação para a solidariedade, para a equidade, para o consumo ecologicamente sustentável. Está impregnada por um conceito de desenvolvimento predatório e dependente.
Em síntese, como diz Hugo Assmann, não basta educar a massa trabalhadora para alimentar a máquina produtiva, é preciso educar para provocar indignação frente à aceitação conformista da relação tecnologia X exclusão. É preciso formar cidadãos aptos a construir uma sociedade solidária, principalmente quando se considera que uma sociedade sensivelmente solidária precisa ser permanentemente reconstruída. Cada geração precisa aprender a dar valor à solidariedade.
A educação para a solidariedade persistente se perspectiva como a mais avançada tarefa social emancipatória. (ASSMANN..., 1998, p. 21).
O uso ou a incorporação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nos
processos educativos tem implicações que ultrapassam de longe os muros de uma sala de aula ou de uma escola.
Afinal, estas tecnologias favoreceram grandes mudanças neste período que está sendo chamado de revolucionário.
Analisando a história da nossa civilização, percebemos que em vários momentos ocorreram mudanças revolucionárias no modo como o homem vivia.
Aprofundando a nossa análise destas revoluções históricas, percebemos que entre seus motivos estava sempre a invenção de alguma ferramenta que expandiu a nossa capacidade de ação sobre o mundo (ou sobre a nossa realidade), ou, que expandiu a nossa capacidade de comunicação e de expressão.
Tomemos como exemplo a revolução industrial com seus inventos principais: a máquina a vapor e a criação da imprensa . As novas tecnologias ampliam essas capacidades de modo extraordinário, e, por isso, a dimensão das mudanças que elas estão produzindo vem gerando profundas crises e desequilíbrios. O mercado de trabalho, que afeta a vida de todos, também vem se transformando continuamente: muitas profissões e postos de trabalho foram extintos; novos produtos são criados constantemente; há desemprego em muitos setores e falta de trabalhadores noutros.
A mutação das técnicas produtivas é acompanhada por novas formas de divisão do trabalho
e, logo também, pelo surgimento de novas classes sociais, com o desaparecimento e a perda de poder das classes precedentes, por uma mudança da composição social e das próprias relações políticas. (ROSSI apud MUSSIO, 1987, p. 20).
Muitas incertezas afligem as pessoas nessa nossa época de uso intensivo de novas
tecnologias. Dentre as questões em destaque estão:
· Como garantir a continuidade de sociedades democráticas e participativas?
· Como garantir o acesso à informação por todos e evitar o aumento das formas de controle e vigilância da mesma?
· Como conseguir eficiência econômica e evitar o desemprego em massa e mais concentração de renda?
· Como conseguir segurança pública e evitar a instalação do terror?
.Face às diferenças que se acirram, como conseguir uma sociedade com respeito
mútuo, com justiça distributiva e sem invasão da privacidade ou massificação? Novamente voltando, alguns anos atrás havia grandes expectativas sobre os efeitos
da expansão do uso destas tecnologias.
Muitos estavam bastante otimistas, mas já havia quem alertasse que não deveríamos sê-lo, pois nada está decidido a priori” (LÉVY, 1993, p. 9). Lévy (1993, p. 7) nos lembrava já em 1993 que teríamos que inventar como gostaríamos que esta nova sociedade da informação fosse, do mesmo modo que inventamos a sua tecnologia. Ele ressaltava que havia um grande descompasso e distanciamento entre “a natureza dos problemas colocados à coletividade humana pela situação mundial da evolução técnica e o estado do debate coletivo sobre o assunto.
Hoje em dia a realidade já não nos permite mais ser otimistas. É um fato bastante triste que no mundo de hoje, onde nunca tanta riqueza foi produzida, há tanto ou mais fome, doenças e injustiças do que sempre houve. Logo, tanta tecnologia por enquanto não produziu os efeitos desejados. Está ficando bastante claro que a forma de uso que damos às TIC é determinante nas respostas dadas a todas as questões que apresentamos acima.
De modo geral, pode-se dizer que a tecnologia abre muitas possibilidades, mas a determinação do que vai se tornar realidade, dentre o que é possível, é do âmbito da política.
Então, se queremos uma tecnodemocracia, vamos precisar formar os sujeitos para isso.
Precisamos pensar em alfabetização tecnológica para todos, pois quem não compreende a tecnologia não vai poder opinar sobre o que fazer com ela. Felizmente a sociedade está mais atenta sobre esta necessidade e tem buscado equipar as escolas; há também muitos projetos de inclusão digital que buscam ampliar o acesso às novas tecnologias.
Mas o quadro ainda não é satisfatório. Segundo dados de 2008 do Comitê Gestor
da Internet, no Brasil a taxa média brasileira de acesso à internet nos domicílios é
de 20%. Esse já parece ser um número interessante, mas não se pode esquecer que esta é só a taxa média, há grande diferença entre as regiões, sendo a região sudoeste a mais conectada, com 26%, e as regiões norte e nordeste as menos conectadas, com 9%. Essa diferença se propaga por qualquer critério que esteja re l a c i o n a d o com os indicadores econômicos e sociais. Uma rápida olhada nos dados ao lado permite concluir que o Brasil conectado é essencialmente urbano, bem educado, bem alimentado e branco.
É importante também considerar que a escola é um lugar especialmente adequado para a promoção da inclusão digital, uma vez que a grande maioria dos jovens a frequenta num tempo em que estão bastante abertos ao aprendizado. Além disso, o uso coletivo que ali se pode dar aos computadores torna a inclusão digital a partir das escolas um investimento socialmente relevante.
A melhor forma de combater o apartheid digital a longo prazo é investir diretamente nas escolas, de modo que os alunos possam ter acesso desde cedo às novas tecnologias. (BAGGIO, 2003).
No Brasil, o número de escolas com computadores e acesso à internet ainda está muito longe do ideal. Resultados de 2005 indicavam que o uso da internet nas escolas é ainda muito baixo. Segundo a pesquisa, apenas 5,4% da população com 10 anos de idade ou mais declarou ter usado a internet na escola.
Há outro estudo mais objetivo que aponta que das 142 mil escolas brasileiras, apenas 8% dispõe de Internet com velocidade superior a 512 Kbps. (SANTOS, 2008).
Tentando mudar esta realidade, o governo Brasileiro muito recentemente lançou o Programa Banda Larga nas Escolas, em parceria com as operadoras de telefonia fixa. O programa pretende que todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana tenham acesso à Internet banda larga (2megabits) até o final de 2010.
Suponhamos, então, que, como nação, tenhamos realizado um grande esforço e investimento e tenhamos chegado a promover a alfabetização tecnológica para todos. Ainda assim não teria sido o bastante. Vamos fazer uma comparação com a alfabetização para a escrita e a leitura. Sabemos muito bem que o que é entendido como ser alfabetizado muitas vezes é apenas ter atingido a capacidade de ler uma página impressa e de assinar o próprio nome. Sabemos que um cidadão precisa muito mais do que isso. Um cidadão precisa poder decidir sobre o que quer ler e ter acesso aos materiais que lhe interessam; precisa poder escrever com competência sobre o que desejar; e, acima de tudo, precisa, quando julgar necessário, ter assegurado o direito de ser lido.
O que queremos dizer é que a massificação de competências técnicas é necessária mas não é suficiente. É preciso mais. É preciso promover compreensão crítica sobre as tecnologias.
Piero Mussio, abordando a questão da alfabetização tecnológica, destaca:
Há dois níveis de compreensão de um instrumento tecnológico. O primeiro é o da compreensão técnica, típico dos especialistas (...) O segundo nível é o da compreensão do uso do instrumento (...) sendo capaz de avaliar, julgar o instrumento proposto não por seus mecanismos internos mas pelas suas funções (globais) externas. (MUSSIO, 1987, p. 16).
Mussio lembra que é preciso fazer crescer a consciência do significado cultural do instrumento de forma a minimizar a “delegação” de poder aos especialistas. Nesse nível de compreensão, o usuário passa a naturalmente ser ator do projeto de inserção tecnológica.
Acontece que esta atuação para se tornar explícita exige um processo trabalhoso de aprendizado, de compreensão e de adaptação.
A questão que Mussio levanta nesta problemática é: “como permitir a quem quiser usar convenientemente um artefato tecnológico informar-se, não para ser civilizado ou alfabetizado apenas, mas para melhorar a si mesmo, ativando funções críticas autônomas de avaliação de tais sistemas, por aquilo que fazem e pelo modo como fazem. (RAMOS, 1996, p. 6).
Em outras palavras, já que as novas tecnologias mudam profundamente os meios de
produção e de consumo, o que está em jogo é o controle político e social desses meios.
Illich (1976) lembra que as próprias características técnicas dos meios de produção podem tornar impossível este controle. Novamente, é preciso compreender a tecnologia para poder dizer como elas devem ser. Vemos assim que, para Illich, dominar uma ferramenta é muito mais do que aprender a usá-la, significa a garantia da possibilidade de se definir conjuntamente o que vamos fazer com elas.
A intenção com o que foi até agora dito é a de sublinhar a necessidade de criar posturas autônomas e críticas de aprendizado sobre a tecnologia. Boff (2005) explicita essa idéia dizendo que precisamos educar os sujeitos para que sejam críticos, criativos e cuidantes.
Ser crítico, para ele, é a capacidade de situar cada evento em seu contexto biográfico,
social e histórico, desvelando os interesses e as conexões ocultas entre as coisas. É ser capaz de responder: quais tecnologias servem a quem? Boff (2005, p. 9) explicita que somos criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos maneiras surpreendentes de expressar a nós mesmos [...]; quando estabelecemos conexões novas, introduzimos diferenças sutis, identificamos potencialidades da realidade e propomos inovações e
alternativas consistentes.
Enfim, ser criativo significa ser capaz de recriar-se e de recriar o mundo, ou de inventar as tecnologias que queremos. Por último, e mais importante, é preciso ser cuidantes. Ser cuidante é ser capaz de perceber a natureza dos valores em jogo, de estar atentos ao que verdadeiramente interessa, discernindo que impactos nossas ideias e ações têm sobre as outras pessoas, e sobre o planeta. Sem o cuidado e a ética esvaziamos as capacidades críticas e criativas, pois, não nos esqueçamos que vivemos um tempo em que nossas ações estão em vias de inviabilizar a vida no planeta. Como já dissemos: quem não compreende não opina.
Por isso perguntamos:
Existiria um conjunto de conceitos fundamentais sobre as Tecnologias de Informação
e Comunicação (TIC) que precisariam ser dominados por todos os cidadãos?
Não temos dúvidas sobre isto nas disciplinas de matemática, de língua portuguesa,
de história etc. Quais seriam esses conceitos no caso das TIC? Alguns nos vêm à
mente: o que é digital? O que é hipertexto? Como se estrutura a Web física e logicamente?
Qual é a geopolítica da Web? O que é um banco de dados? Princípios das
linguagens de programação? O que é um computador? Estruturas hierárquicas de
classificação? Medidas de Informação (bits, gigabytes)? Transmissão de dados? Tudo o que discutimos até agora são questões que podem orientar sobre como usar
as tecnologias na escola. Elas podem ajudar a definir os currículos (seus conteúdos, objetivos
e métodos); a definir a orientação da prática pedagógica; os tipos de software educacional
que devemos usar; a formação dos professores, a organização da distribuição e
uso dos recursos computacionais etc. Enfim, elas podem ajudar a definir como o nosso
dia-a-dia na escola deverá ser reorganizado.
Mas, finalizando, precisamos considerar que o computador é também uma importante
ferramenta pedagógica que pode ajudar a desenvolver o raciocínio das pessoas. Na
verdade, acreditamos que a incorporação da tecnologia ao processo educativo cria uma
oportunidade ímpar para a estruturação e implantação de novos cenários pedagógicos.
Sabemos que o nível de interatividade dessa ferramenta tem potencial para produzir novas
e riquíssimas situações de aprendizagem. Pelo seu potencial pedagógico, podem
também ser espaço da cointegração entre disciplinas. E, por isso tudo, podem contribuir
para a valorização dos educadores e para o seu reencantamento pelo ato de educar. Além
disso, frente a essa interatividade, as debilidades da educação baseadas na transmissão,
no treino e na memória ficam tão evidentes que é difícil não percebê-las.
Piaget já nos falava que a aceitação de erros é fundamental para a construção significativa
e verdadeira do conhecimento. Sem errar não se chega ao conhecimento. É preciso
experimentar, tentar e tentar de novo. Então o professor que vai fazer o uso de novas tecnologias
de um modo proveitoso precisa perder o medo de experimentar junto com seus
alunos, precisa negar o verticalismo da sua relação com eles buscando mais confiança e companheirismo. Ninguém está aqui anunciando o fim da autoridade do professor, mas sim o abandono do autoritarismo que está intrínseco ao ensino das soluções prontas e acabadas, adotadas sem crítica nem compreensão. Nem estamos advogando que tudo precise ser reinventado, pois há muitas soluções excelentes para muitos problemas.
Não estamos também negando a importância do treino e dos exercícios de repetição no aprendizado.
Estamos sim negando o seu uso acrítico e alienado. Acreditamos que a aprendizagem
significativa e crítica que queremos ver implementadas com as novas tecnologias
pressupõem o coletivo, a cooperação entre pessoas e disciplinas e o diálogo franco e livre.
· Por que precisamos usar a tecnologia na escola?
· Você já apresentou esse questionamento a colegas, pais ou mesmo aos estudantes? .Caso tenha feito, que respostas ouviu?


Teria por acaso ouvido que precisamos preparar os educandos para o mercado
de trabalho?
Você ficou satisfeito com esta resposta ou pensou em outros aspectos além deste?
Convidamos você a fazer uma síntese do que foi dito.
No caso do aprendizado sobre a tecnologia, podemos então entender que, além de
aprender a usar, é preciso ser capaz de dizer para que usar e para que não usar e,
ainda, ser capaz de dizer como deve ser a tecnologia a ser usada. Levando isso em
conta sugerimos que você pense então na importância dos profissionais da educação
nesse processo.
Você e seus colegas na sua escola, já haviam sentido antes a necessidade de fazer esta reflexão? Pode anotar em que situações essa necessidade havia surgido?

42 comentários:

  1. COMENTÁRIO
    Necessitamos repensar novos caminhos para a educação, agregar novos valores e dinâmicas nas salas de aula. Integrar tecnologia no processo de ensino e aprendizagem, representa mudanças significativas, pois num mundo globalizado e desafiador exige adaptações para acompanhar as transformações, pensando na formação de um educando integrado na sociedade. Torna-se urgente que a escola seja parte integrante do futuro, numa relação prazerosa, desenvolvendo a comunicação, o pensamento crítico na construção do conhecimento.
    IZOLDE RAVANELLI

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  2. Nosso mundo está todo digital. A escola, principal responsável por transmitir conhecimentos, deve sim fazer uso das tecnologias. E é claro que já chega à escola com bastante atraso, pois em qualquer outro local, muitas ferramentas tecnológicas vêm sendo usadas a muito tempo. Os alunos que temos em nossas salas de aulas são uma geração que parece já ter nascido sabendo lidar e muito bem com a grande maioria das ferramentas que nos professores muitas vezes não sabemos usar e mais, temos medo de usá-las.
    Por incrível que pareça, alunos tendem a gostar das recomendações de professores quando se tratam de materiais da internet. Os pais dos alunos também confiam nos professores quando o assunto é internet e se sentem seguros quando sabem que seus filhos estão acessando material indicado pelos seus professores. Além de direcionar os alunos a materiais de qualidade, essa prática também incentiva que eles leiam mais, que se dediquem a tarefas mais relevantes do que puramente ao lazer e relacionamento social na rede.
    Joice Fontanella

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  3. Oi Izolde e Joice, muito pertinente o comentário de vocês. Não há dúvidas de que o objetivo da escola é a aprendizagem dos alunos. Neste sentido, temos que lançar mão de todas as ferramentas possíveis para proporcionar uma aprendizagem significativa e de qualidade. Se não tomarmos a responsabilidade de formar nossos alunos para que sejam inseridos na “sociedade da informação” , estaremos relegando a eles a exclusão social, pois, nos tempos atuais, a escola não pode se conformar com o simplesmente ensinar a ler e escrever, como único mecanismo de superação pessoal.

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  4. Se considerarmos que é assim, através da Aprendizagem ou seja um processo de passar de uma etapa de desenvolvimento para uma outra mais avançada, que se desenvolvem habilidades, raciocínios, atitudes, valores, vontades, interesses, aspirações, interações, participação e realização, uma ferramenta indispensável hoje em dia é o computador . Não há porque negar, entretanto, que normalmente, quando se usa a expressão “Tecnologia na Educação ou educacional” a atenção se concentra no computador, que se tornou o ponto de convergência de todas as tecnologias mais recentes.
    Mas faz sentido lembrar aos educadores o fato de que a fala humana, a escrita, e, conseqüentemente, aulas, livros e revistas, para não mencionar currículos e programas, são tecnologia, e que, portanto, educadores vêm usando tecnologia na educação há muito tempo. É apenas a sua familiaridade com essas tecnologias que as torna transparentes, estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.
    (...) Em síntese, só terá sentido a incorporação de tecnologia na educação como na escola, se forem mantidos os princípios universais que regem a busca do processo de humanização, característico caminho feito pelo homem até então”. (RENATO, Eduardo José. Informática e educação, 1997,05).

    Daiane Maria Aliprandini

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  5. Estamos presenciando uma verdadeira revolução digital, onde novas formas de comunicação surgem a cada dia. Nos enquanto unidade escolar e Piratubenses somos prova desta tecnologia dentro das salas de aula, não foi fácil ter que incorporar o novo para nós professores e ter que transmitir as nossos alunos, sabendo que todas as ferramentas são suporte para que o aprendizado aconteça, que não basta mais o papel e caneta, mais sim as novas ferramentas tecnológicas aliadas para ampliar aprendizagem.
    Embora nós não tenhamos sido educados por estes parâmetros, o perfil do jovem atual é muito diferente, suas habilidades já se desenvolvem integradas à este novo paradigma, o que envolve uma aprendizagem muito mais autônoma do que qualquer outra época.
    Mas a escola que é formadora de conhecimento, está atrasada nesta nova demanda de instrumentalização dos nossos alunos, ou seja o professor tenta ser resistente e esta demanda, que esta envolvendo todos nesta busca constante de aprendizado. Não adianta querer fugir, a internet expandiu os horizontes da comunicação, trouxe uma nova realidade e com ela novas preocupações e riscos. Temos que buscar formas de utilizar e tirar proveito dos benefícios minimizando ao máximo os riscos. Isto acontece através da Educação Digital, que abre caminhos para uma educação inclusiva, que vem propiciar mediação sendo para docentes e discentes.

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  6. A anos atrás as tecnologias pareciam algo estranho e perigoso na educação.Hoje a era digital esta aí,e devemos sim utilizar essa ferramenta no meio escolar,mas de forma adequada.Pois se for assim, irá contribuir para o processo ensino e aprendizagem de nossos alunos.
    Então, o professor não pode parar no tempo,deve ficar atento para essas mudanças e procurar aprimorar seus conhecimentos para fazer uso significativo dessa ferramenta. Precisamos pensar em alfabetização tecnológica para todos,e por isso que aos poucos as escolas estão sendo equipadas,para que os alunos e professores tenham acesso.
    Portanto,as tecnologias devem ser vistas como algo presente do dia-a-dia e que a cada momento está evoluindo de forma rápida.

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  7. Hoje em dia nos deparamos com enorme quantidade de recursos tecnológicos (televisão, vídeo, rádio, calculadora, computador...), alguns já antigos outros mais novos, com isso a quantidade de informações vem aumentando de tal forma que é preciso uma conscientização maior para que possamos nos beneficiar dessas tecnologias, cabendo á escola o papel de exercer essa consciência crítica e uma orientação melhor na utilização correta desses meios.
    Diversas dúvidas quanto ao uso das tecnologias na escola vão surgindo. Qual a finalidade? Por que utilizar? Qual a efetividade? Quais resultados queremos atingir? Como utilizar? Quem deve estar envolvido com esse processo?
    O que se tem visto na maioria das escolas é uma interrogação quanto aos benefícios dessa prática. Gastou-se muito e efetivamente os resultados obtidos ainda não são desejáveis. Sabemos que não se pode simplesmente ignorar as tecnologias, elas estão presentes em todas as áreas e se expandem numa velocidade maior.
    Podemos entender que a utilização das tecnologias da informação e comunicação na escola é essencial para inserção mais completa do cidadão nesta sociedade de base tecnológica. É importante diminuir a enorme distância que existe entre o que o mercado de trabalho pede e as habilidades e competências do profissional que está se formando. É preciso pessoas que pesquisem que questionem que saibam realizar suas atividades de forma autônoma, que tenham iniciativa, que sejam capazes de resolver problemas. A utilização das tecnologias está fortemente inserida em todas essas exigências de mercado. Além disso, nunca houve tanta informação e conhecimentos disponíveis num espaço de tempo tão curto.
    Percebemos então que estes recursos devem constituir-se em ferramentas para apoio e desenvolvimento da aprendizagem, o objetivo não é fazer com aprendam informática, mas sim que aprendam melhor português, matemática e as demais disciplinas a partir do uso das tecnologias.
    Mas, como?
    A favor do professor há uma grande vantagem que deve ser bem explorada: os alunos têm disposição e interesse por atividades que utilizem recursos tecnológicos. O fato de gostar equivale ao fato de querer conhecer, ou seja, temos mais chance de explorar a aprendizagem do aluno quando propomos atividades que têm significado para ele.
    Ao desenvolver uma proposta pedagógica para a utilização das tecnologias na escola, é importante a elaboração de um planejamento adequado para a utilização dos recursos computacionais e para a produção de resultados. Por mais rico em animações, vídeos e conteúdo que um aparelho ou site seja, ele não produzirá resultado algum se não for trabalhado de forma a contribuir para a aprendizagem do aluno. O problema é que o professor parece dispor de pouco tempo para planejar, estudar e avaliar seu próprio trabalho.
    Uma questão importante na geração dos resultados a partir da utilização das tecnologias é a divulgação dos mesmos. Trata-se da grande oportunidade de dar visibilidade ao trabalho de informática realizado na escola e de trabalhar a motivação de alunos e professores.
    Não é fácil, para os educadores principalmente, mas nem difícil se encararmos essas possibilidades como tentativas de sucesso em uma prática docente mais significativa e integrada aos anseios e desejos discentes.

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  8. Vivemos em um mundo cada vez mais rico em informações, principalmente capturadas junto aos computadores cada vez mais acessíveis ás nossas crianças. Logo, as escolas, professores devem estar atentos e se utilizando destas para principalmente estar em sintonia com nossos alunos. Percebemos, ainda de que o uso desta tecnologias nas escolas não chega ao mesmo tempo que chega a maioria dos alunos em suas casas. A escola de modo geral sempre está um passo atrás no acesso a informatização, porém hoje; essa realidade para a nossa escola já não é a mesma e possibilita uma prática docente mais próxima da realidade social. Assim podemos nos aproximar da linguagem utilizada por nossos alunos podendo interagir de modo mais significativo e melhorando a prática docente.Diante disso, nos aproximamos mais de nossos alunos socializando saberes e aperfeiçoando conhecimentos.
    Nessa interação professor, aluno e mundo informatizado; saem ganhando professores e principalmente nossos alunos pois ao selecionarmos materiais, textos e discutirmos informações obtidas na internet podemos transformá-los em instrumento de conhecimento, estabelecendo um canal mais seguro para as relações de nosso jovens com a internet e ainda servindo de auxilio e base confiável para os pais que apesar de todas as mudanças ainda atribuem ao professor confiança e principalmente a “educação” de seus filhos de modo mais amplo.Permitindo assim, acesso a informações que se tornam diante deste processo elementos de conhecimento de mundo e de si.
    Lydia e Lúcia

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  9. Queridas cursistas: A geração atual já nasceu sob influência da tecnologia e a encara com a maior naturalidade. Se é assim, como deve ser a escola ideal para atender aos anseios das "crianças digitais"? E como devem ser preparados os professores?
    Mais do que nunca, o professor deve atuar como um "facilitador" de ensino, em sintonia com as necessidades reais de seus alunos e procurando se ajustar à realidade atual. Isso inclui estarem capacitados para lidar com modernos recursos tecnológicos e procurar formas de integrá-los às atividades pedagógicas. Assim, trás a nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação nacional propõe uma prática educacional adequada à realidade do mundo, ao mercado de trabalho e à integração do conhecimento. Podemos entender, então, que a utilização efetiva das tecnologias da informação e comunicação na escola é uma condição essencial para inserção mais completa do cidadão nesta sociedade de base tecnológica. É importante diminuir a enorme distância que existe entre o que o mercado de trabalho pede e as habilidades e competências do profissional que está se formando. A utilização das tecnologias, no mundo atual, está fortemente inserida em todas essas exigências de mercado. Além disso, nunca houve tanta informação e conhecimento disponíveis num espaço de tempo tão curto.
    É importante que educador e educando aprendam a selecionar as informações apropriadas, verificando e identificando suas proveniências, quem as criou, divulgou-as e qual a intenção das mesmas. Entretanto, torna-se necessário relacionar teoria e prática para que possamos perceber nos mais diversos meios das tecnologias a importância de avançarmos enquanto educadores e educandos. Dessa forma, o uso da tecnologia vem proporcionar a todos uma nova forma de pensar e de transformar diante desse novo mundo globalizado.

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  10. Hoje em dia é impossível sobreviver sem o uso das TIC, principalmente em se tratando da educação. É, pois, uma ferramenta que serve como alicerce do desenvolvimento humano e social e, por assim ser, é um dos mecanismos que fazem parte do dia-a-dia do ser humano.
    Os desafios trazidos pelo uso das tecnologias na educação servem como mola propulsora e questionam o papel da escola na sociedade da informação e da diversidade. Para tanto, a escola, enquanto mediadora de conhecimento, deve oportunizar a sua clientela a diversidade de informação, pois se assim não o fizer perde espaço e a crença de sua real função.
    O intercâmbio nas informações, que o uso das tecnologias pode proporcionar, oportuniza o crescimento intelectual do educando, assim como possibilita que o conjunto de ações aconteça de forma democrática, interativa e participativa. Desta forma, fazer uso das TIC na educação é oportunizar uma prática pedagógica voltada para o novo, para o mundo real em que vivem nossos alunos, assim como é propiciar uma construção significativa e verdadeira do conhecimento.

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  11. Entendemos que o uso das tecnologias na educação escolar é importante para inserir o cidadão na sociedade tecnológica. É necessário amenizar as diferenças entre o profissional que se deseja e o que o mercado pede. Precisa-se de pessoas com habilidades múltiplas que tenham iniciativa e dominem principalmente as tecnologias. Pois há muita, informação e conhecimentos disponíveis num espaço de tempo tão curto.
    Pensando em uma proposta pedagógica para a utilização das tecnologias na escola, deve-se organizar um planejamento adequado para a utilização dos recursos tecnológicos, produzindo assim bons resultados. Precisa- se aproveitar todos os recursos visuais e sonoros de um site ou aparelho, para produzir conhecimento e aprendizagem significativa.
    Então percebemos que a escola é o melhor espaço para se explorar estes recursos tecnológicos, basta que os profissionais da educação estejam sempre em busca de aperfeiçoamentos.

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  12. Nos dias atuais o uso das tecnologias é indispensável em nosso meio, cabe a escola fazer uso destes mecanismos para uma pratica docente mais próxima da realidade dos próprios alunos, onde o professor desempenha o papel de mediador na construção do conhecimento do educando através desses recursos.
    É importante para os resultados utilizar o interesse e a motivação das crianças quanto ao uso, principalmente da internet, mobilizando assim educandos e educadores na construção do conhecimento e da aprendizagem propriamente.
    Esta é uma tarefa difícil para os professores que possuem uma carga horária que não lhe permitem muito tempo para pesquisas e atualizações.
    No entanto é necessário múltiplos planejamentos para atender a necessidade real.

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  13. Aflige-nos muito ainda o uso das tecnologias na Educação, pois, muitos de nós professores temos ainda intrínsica a cultura do papel e ao mesmo tempo percebemos que o educando em sua maioria domina recursos tecnológicos cada vez mais modernos e a sociedade exige esta autonomia. A escola como espaço de construção de conhecimento não perdeu, nem vai perder o seu valor, precisa sim, dotar professor e aluno de competências, para que frente as tecnologias não haja apenas como "usuário", mas que esteja preparado para buscar e transformar os seus conhecimentos. O mundo informatizado aproxima as informações, mas precisamos ter o aluno e professor, como seres críticos e perante tantas informações, sujeitos capazes de transformar o meio a sua volta. A informática pedagógica precisa da mediação do professor, que continua com o seu papel de suma importância, é ele que junto com seu aluno precisa dominar os recursos tecnológicos, mais acima de tudo ter bem claro que objetivos quer atingir, que conhecimento quero que meu aluno adquira,e, estar auxiliando o aluno a delimitar fontes e caminhos em suas pesquisas. Desenvolver competências de pesquisas emancipatórias, coletivas, é humanizar a educação e incluir as diferentes realidades e garantir uma educação de qualidade que é direito de todos.

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  14. Vivemos hoje em um mundo globalizado cheio de tecnologias, e quando pensamos que já nos adaptamos a estás tecnologias, tudo se transforma novamente e os nossos alunos já nascem paracendo se modificar com elas, os computadores e seus programas não parecem apresentar nenhuma dificuldades para as crianças e adolescentes muito pelo contrário, para incentivá-los a buscar um conhceimento cada vez maior para assim poder usá-los. E é por este motivo que devemos usar desta tecnologia para o ensino-aprendizagem, os alunos prestam muito mais atenção em uma explicação feita atráves de um video do que se está fosse feita pela professora, é muito mais mágico do que ter a sua professora do dia-a-dia falando em sua frente, não que o professor perca a sua importância uito pelo contrário, é nosso o papel de interagi-los com o novo, proporcionando-lhes um ensino cada vez mais criativo e atual.

    [Elaine Jorgete Carvalho]

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  15. A educação brasileira vem se transformando e melhorando a cada dia. Sabemos que muito destas transformações se atribui a inclusão das novas tecnologias nas escolas. as escolas oportunizam o contato tecnológico para crianças que não teriam oportunidade deste se não por intermédio da escola. Cabe então aos profissionais da educação buscarem conhecimentos e aperfeiçoamento para auxiliar seus alunos a desvendar o maravilhoso mundo tecnológico. Uma das funções da escola é sim preparar ou orientar os educandos para o mercado de trabalho e por que não, fazê-lo da melhor forma? Estamos ou caminhamo para uma éra tecnológica e as crianças devem estar preparadas para vivê-la.

    Sonia A. Thomé

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  16. Falar sobre tecnologia na educação requer uma atenção a mais, por existir no auge da era em que tudo se baseia em tecnologia existe pessoas que nunca viram um computador na vida, já tiveram algum contato com celular, mas por condições precárias o uso é impossível. Pode parecer surreal quando pensamos que as evoluções caminham rapidamente e pessoas humildes são esquecidas.
    A tecnologia na educação envolve um modo de trazer mais informações para os estudantes que não tem a possibilidade, assim com o mesmo objetivo que o projeto Inclusão Digital propôs.
    Hoje nossos alunos tem oportunidades de trabalhar com a tecnologia. Já estão sendo preparados para um futuro melhor ajudando-os a adquirir conhecimentos com outras ferramentas que são utilizadas. A tecnologia avança cada vez mais, por isso temos que nos estar modernizando e acompanhando as mudanças do dia-a-dia.

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  17. Um mundo com tecnologias era futuro agora é presente, por esse motivo cabe a nós educadores saber usar essa ferramenta nas escolas, pois nossos alunos estão interagindo cada vez mais com o mundo virtual, para eles isso não é novidade.
    Nossos educandos não se concentram mais na leitura de textos e imagens de livros, eles querem mais. As atividades em sala precisam cativar a atenção do aluno, fazer com que seu olhar e pensamento se prendam no que está sendo trabalhado, e a melhor maneira de isso acontecer é através da tecnologia, através dela podem ser elaboradas várias estratégias de ensino, atingindo assim mais facil os objetivos propostos.
    Enfim, a tecnologia está a serviço da educação, é nosso dever usá-la, enfatizando sempre numa educação com qualidade.

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  18. Com as novas transformações, descobertas e avanços, o uso das tecnologias torna-se cada vez mais presente, necessário e diga-se de passagem, indispensável em nosso quotidiano. Cada vez mais,e mais cedo as crianças tem acesso á essa feramenta. Sendo assim, nosso papel enquanto educadores, é dar acesso e assistência necessária aos nossos jovens e crianças, para que estes possam fazê-lo da melhor e mais segura maneira possível.

    Daniela Cerutti

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  19. Edinária
    Estamos vivendo na era da inclusão digital, quem não se atualizar pode ser considerado um analfabeto tecnológico.Cada dia ouvimos nossos alunos falar sobre informações que adquiriram em sites,ou pesquisas realizadas na internet.
    Portanto é de suma importância para nós educadores trazer este atrativo para a sala de aula e usar essa ferramenta a nosso favor,transformando as aulas mais atrativas e informativas, prendendo a atenção do educando por um tempo maior e fazendo com que o processo ensino aprendizagem ocorra de fato.

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  20. No mundo em que estamos não se pode pensar em viver sem a tecnologia.Os alunos estão cada vez mais informados sobre a era digital,e cabe á nós profesores também estarmos nos atualizando,pois a cada dia que passa surgem mais novidades na tecnologia.
    É preciso dar oportunidade em alfabetização tecnológica para todos,pois quem não compreender a tecnologia não vai fazer o bom uso dela.É papel do professor formar os alunos para que isto aconteça.É importante que os alunos tenham acesso ás novas tecnologias desde cedo,para que possam adquirir também uma compreensão crítica sobre a era das tecnologias.Existe a necessidade de criar posturas autônomas e críticas de aprendizagem das tecnologias.É importante não perdermos tempo.Somos a sociedade de informação,se não dermos atenção a este novo tipo de educação,as crianças serão adultos confusos,perdidos e desinformados no amanhã.

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  21. A tecnologia, informação e comunicação vem inovando e mudando nossas vidas. Fazendo parte do dia-a-dia, o acesso à inclusão digital nos deixa sem limites sobre diversos assuntos como: educação, saúde, política, globalização, segurança enfim, informações gerais melhorando a qualidade de vida e aprimorando nosso conhecimento.
    Na escola, essa tecnologia sendo aplicada de maneira adequada nos proporciona métodos de ensino amplos através das aulas on-line e portais educacionais beneficiando os alunos com aulas dinâmicas, participativas e novas possibilidades pedagógicas de ensino, preparando cada aluno para mercado de trabalho.
    No ano de 2010 quando reinaugurou a nova escola Amélia com o tema Centenário e junto toda informatizada e moderna, temos que confessar: assustou e nos deixou com medo toda essa tecnologia em nossas mãos.
    Porém como educadores não devemos pensar que esses recursos tecnológicos, informática entre outros vão nos deixar inferiores aos alunos que estão “conectados” cada vez mais cedo. Devemos sim, utilizá-los para melhorar a qualidade de ensino e construção do conhecimento.
    Sou professora de Educação Física e sem deixar de lado a minha área reconheço a importância da utilização desse método diferenciado de ensino, envolvendo os alunos em atividades interdisciplinares.
    Nossa sociedade gira em torno de informações, portanto, é nossa obrigação como educadores dominar as modernas práticas pedagógicas e nos atualizar para transmitir uma boa orientação aos nossos alunos.

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  22. Era da informação, era digital, diversas expressões para definir as grandes mudanças que ocorreram nos últimos anos. A informação e a tecnologia fazem parte da nossa vida e já não podemos viver sem elas. Na escola isso não é diferente. Aos poucos ou rapidamente, as máquinas e a informação em tempo real estão entrando nas salas de aula, não é mais admissível que um professor não acompanhe essa evolução ou tenha dúvidas de sua presença. Como já comentei em outro post, é fundamental que os professores estejam preparados para lidar com todas as situações que a facilidade da informação pode trazer, mas certamente, isso será quase impossível, ao passo que a velocidade com que os nativos digitais utilizam a tecnologia é muito maior que a nossa. É preciso então, repensar a escola e a educação num sentido mais amplo, considerando a necessidade de conhecimento em todas as áreas, de utilizar a tecnologia e a comunicação de forma inteligente, através de qualificação profissional, para que a escola seja um espaço do conhecimento se multiplicando, se articulando.
    A necessidade de se pensar nessas situações e nos questionamentos levantados pelo texto que lemos, foram percebidos quando todas as salas de aula da EM Profª Amélia Poletto Hepp receberam lousas digitais conectadas a Internet. Grande parte dos professores sentiu-se entusiasmado e curioso com esse recurso, mas alguns até hoje são resistentes a ligar o equipamento. Há quase um ano os alunos convivem com a tecnologia ao seu lado e reconhecem o perfil dos ptrofessores que a utilizam e daqueles que são resistentes, por medo ou por dificuldade em lidar com os botões.
    Penso que discussões como as levantadas aqui possam ajudar a tirar dúvidas e reafirmar que é inevitável fugir da era digital.
    Claudia Aparecida Port Jung

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  23. A incorporação das tecnologias se faz necessária em qualquer ambiente, seja de trabalho ou de estudo, o professor necessita estar preparado para atuar pedagógicamente com as novos tecnologias na escola, esta preparação passa pelo rompimento do velho paradigma e pela aceitação e incorporação de um novo modelo.
    Julciani

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  24. A utilização de tecnologias na escola - em sala de aula, impulsiona a abertura de espaços ao mundo e ao contexto, permitindo a nos professores articular as situações global e local.
    Cabe a nos professores compreender também se inteirar das tecnologias, mídias disponíveis na escola, tendo estes como recursos para auxiliar na prática pedagógica, sendo que de nada adianta dispor tal recursos e o professor não saber manusear nem mesmo mostrar interesse em se capacitar para fazer uso deste aparato de conhecimentos a cerca das tecnologias disponiveis.

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  25. Com esse novo mundo moderno, nos deparamos com a evolução cada vez mais rápida da tecnologia na sociedade e a escola está totalmente envolvida nesse novo processo. Esse novo avanço tecnológico de alguma maneira está mudando o nosso jeito de aprender e ensinar. Pois, a escola não pode simplesmente ensinar a ler e a escrever e ter esses recursos como objetivo principal e sim assumir um papel de formar novos alunos para que sejam inseridos nessa nova sociedade da informação. Para isso devemos estar preparados, motivados e capazes de ir com eles a esse novo futuro que já chegou.

    Simone P. Ferrari

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  26. Olá cursistas: Somos sabedores que o uso das tecnologias é algo novo e nos aflige, todavia, o mais importante que estamos buscando conhecimento para nos apropriar dessa tecnologia. Devemos ter claro que, atualmente quem sabe usar a tecnologia reúne melhores condições de ser mais competitivo no mercado de trabalho e na vida. Sendo assim, quanto mais cedo se começa a aprender a utilizá-la, melhor. Bem utilizada, a tecnologia pode render grandes benefícios para o usuário e para a sociedade, é necessário aprender aonde ir para achar informação e como utilizá-la, no lugar de, simplesmente, memorizá-la. Não é tarefa fácil se apropriar desse conhecimento para depois aplicá-lo com nossos alunos,porem somos corajosos, isso, inclui a disposição de aprender a usar as ferramentas tecnológicas em benefício próprio e da escola.

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  27. Fernanda Aparecida Santiago Senger
    As modificações que ocorrem na disputa pelas oportunidades do mundo globalizado são constantes e agrupadas de vários quisitos, onde a informação e o aprimoramento profissonional torna-se necessidade básica de qualquer profissional. A sociedade possui cada vez mais acesso a informação e assim a competitividade aumenta e consequentemente a corrida para garantir que a integridade e os valores sociais possam se manter e acompanhar toda a mudança. As escolas em seu papel fundamental na formação de pessoas, está diretamente ligada ao compromiso de dar a esses educandos a possibilidade e a oportunidade de acesso ao conhecimento dessas tecnologias. O professor pode ter melhor desempenho e agilidade em sala de aula se puder dispor de ferramentas adequadas para desempenhar seu papel de educador.

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  28. Sabemos das grandes diferenças sociais existentes em nosso país. Quando o assunto é tecnologia e informação, as diferenças são nas mesmas proporções ou, em alguns casos, até maiores. Enquanto alguns desfrutam do conhecimento proveniente das novas tecnologias, outros permanecem na ignorância.
    A escola torna-se então responsável por “alfabetizar tecnologicamente” todos os cidadãos. Para que isso seja possível, os professores precisam estar bem preparados e informados e as escolas precisam estar bem equipadas. E quando falo em escola bem equipada, falo em aparelhos que realmente funcionem, pois sabemos que existem escolas neste nosso Brasil, que até têm os equipamentos, mas geralmente os mesmos estão com problemas, não funcionam. Então, cabe aos governos disponibilizar verbas para a compra de aparelhos eficientes.
    Outro aspecto que chama a atenção é o fato de muitos dos nossos alunos terem acesso á tecnologia, mas não saberem distinguir o que é conhecimento do que é futilidade. Quando o professor aborda o tema “internet” em sala de aula, eles demonstram saber o que é e como funciona, se dizem especialistas no assunto. Mas no momento em que o professor propõe uma pesquisa sobre determinado assunto, esses mesmos alunos, tendo a internet como ferramenta, muitas vezes não conseguem realizar um bom trabalho, dentro da proposta. Por quê? Porque infelizmente a maioria das pessoas utiliza as tecnologias apenas para diversão, seja através de jogos ou sites de relacionamento.
    Percebemos então, que o professor é de suma importância neste processo de conhecimento e utilização das tecnologias. É na escola que as crianças têm a oportunidade de se apropriar de conhecimentos, utilizando a tecnologia como ferramenta, e desta forma, fazer um uso consciente da mesma.
    Luciane Inês Jung

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  29. Falar de tecnologia na educação é de grande importância nos dias de hoje, pois com a tecnologia nossos horizontes se abrangem e nossas aulas na escola se tornam melhores. Muitas pessoas ainda não tem contato com computadores, com a tecnologia que o mundo de hoje nos traz, mas cabe a essas pessoas se informarem e se atualizarem, pois daqui para frente tudo isso se tornará cada vez mais presente em nossas vidas e só nos trará mais conhecimentos e beneficio.

    Cristiane

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  30. Vivemos em um mundo globalizado onde o uso das tecnologias é pertinente em todos os momentos. Na educação, não é diferente. Os educandos convivem direta e indiretamente com esses meios, usufruindo destes para auxílio em sua aprendizagem. O educador por sua vez, necessita urgentemente acompanhar esse processo de evolução.

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  31. O avanço da tecnologia acontece muito mais rápido que imaginamos. Ela tem nos mostrado múltiplas utilidades das quais muito pouco conhecemos.
    As tecnologias ( computador e internet) chegaram agora nas escolas. Os alunos possuem grande curiosidade em utilizá-la. O corpo docente precisa conhecer e desenvolver uma proposta pedagógica que contribua no desenvolvimento do aluno.
    O grande problema do corpo docente é a falta de tempo para se aperfeiçoar nessa área. Mas estamos encaminhando para isso.

    Marilene Fries

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  32. As transformações que estão ocorrendo no mundo estão acontecendo em um ritmo muito acelerado, sabemos em pouquíssimo tempo o que acontece em qualquer parte do mundo. A tecnologia é a responsável por todas essas mudanças e não temos como negá-la. Ela faz parte do cotidiano de cada um de nós e inclusive de nossos alunos. O computador hoje se tornou algo indispensável através dele podemos realizar diversas atividades de objetivos completamente diferentes, é muito atrativo. O professor deve ver essa tecnologia como aliado utilizá-la para prender a atenção do aluno, motivá-lo associando os conteúdos à realidade deles mostrando a relação entre o que ele está aprendendo e sua própria vida. O aluno que não perceber essa relação, não verá sentido naquilo que está aprendendo. É muito importante, que nós professores acompanhemos todas essas mudanças e tiremos proveito de todo dessa realidade.
    Mariana Poletto

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  33. Buscando a tecnologia estamos nos qualificando e levando conhecimento aos nossos alunos, hoje em dia quem não corre atrás de novos horizontes acaba ficando para trás. É de grande importância buscar novos horizontes e novas formas de ensinar. O aluno por sua vez ganhará com isso, pois ele já tem acesso a tudo isso, e com o professor que está atualizado só tem a ganhar, pois também terá mais vontade em aprender e de buscar o novo.

    Cristiane Gusz Kusz

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  34. Assistindo aos dois vídeos, observa-se que o primeiro discute o acesso e a utilização das tecnologias na escola. Segundo Ladislau, a escola precisa repensar seu modo de trabalho. Ela precisa ser organizada e articuladora do conhecimento. O professor precisa se qualificar para selecionar as informações significativas e utilizá-la no seu trabalho.
    O segundo vídeo mostra o exagero do uso da tecnologia sem nenhum benefício próprio.
    Nós como professores devemos mostrar os dois lados o bom e o ruim da tecnologia em nossa vida.
    Marilene Fries

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  35. Após ter assistido os dois vídeos,observei que as tecnologias estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano.Porém devemos estar atentos aos seus pontos positivos e negativos.
    Se soubermos utilizar de forma adequada as novas tecnologias elas só irão contribuir ao conhecimento,caso contrário pode virar vício e transtorno para a vida.
    Então, cabe a nós educadores e família estarmos preparados para contribuir de forma significativa nesse processo tecnológico.
    TAYSE

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  36. A disseminação do uso de tecnologias, em distintos ramos de atividades, coloca-nos diante de grandes e rápidas mudanças na cultura, na sociedade, na economia, na educação e, em especial, perante os conhecimentos que precisamos incorporar e lidar em sala de aula. Isso exige de nós, educadores, a constante busca de aprendizado, produção e gestão de conhecimentos e, também, o desenvolvimento de diferentes modos de buscar informações atualizadas, de nos comunicar, de ensinar e criar melhores condições de aprendizagem para nossos alunos. Essa é a marca dos novos tempos.
    A atual sociedade caracteriza-se pela rapidez e abrangência de informações. Somos sabedores de que em muitas regiões do Brasil, já está mais fácil ter acesso ao celular que faz de tudo, ao computador com internet rápida e, consequentemente, às redes de relacionamento.
    Esse contexto traz, evidentemente, novos desafios para a escola. Encontramos, no cotidiano, situações que demandam o uso de novas tecnologias e que provocam transformações nas relações com o mundo.
    Nosso desafio é, evidentemente, formar os alunos para terem autonomia na busca e na seleção de informações, na produção de conhecimentos para resolver problemas da vida e do trabalho e, principalmente, para que estejam dispostos a aprender ao longo da vida.
    Os alunos precisam ser preparados para utilizar os sistemas culturais de representação do pensamento que marcam a sociedade contemporânea, o que implica novas formas de letramento ou alfabetização (sonora, visual, hipermídia hipertexto, banco de dados, entre outros).
    Já sabemos que não se trata apenas de ter acesso a informações. É preciso, acima de tudo, saber buscá-las em diferentes fontes e, sobretudo, transformá-las em conhecimentos para resolver problemas da vida.
    É fundamental que a tecnologia seja compreendida para que possa ser utilizada, de forma integrada, na prática pedagógica do professor e no desenvolvimento do currículo. Não deve ser, portanto, apenas um acessório do processo educacional. Para isso, é necessário que o professor aprenda não somente a operacionalizar os recursos tecnológicos disponíveis nas escolas, mas também a conhecer as potencialidades pedagógicas envolvidas nas diferentes tecnologias e os modos de integrá-las ao desenvolvimento do currículo.
    Comentário de Marcia Fabrin

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  37. Após ler o texto ficou mais evidente ainda que nesta era das tecnologias é de suma importancia que nós professores estejamos preparados para usar esta feramenta de forma atrativa e informativa para que o processo ensino e aprendizagem ocorra de fato.

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  38. Estamos vivendo em um mundo moderno, novo, rápido e exigente.
    As tecnologias estão cada vez mais presentes em nossas vidas. São inúmeros os questionamentos feitos sobre essas que vem avançando cada vez mais, sendo uma forte aliada que dispõe de diversos caminhos para facilitar o bom trabalho do professor.

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  39. Vivemos num mundo, onde estar nele é fácil, o difícil, está sendo, é, para acompanhá-lo, compreendermos suas mudanças tecnológicas e inseri-las em nosso dia-a-dia, fazer com que esta mudança faça parte de nossa prática pedagógica em sala de aula e na sociedade. Estamos vivendo num mundo muito individualista, onde a tecnologia de certo modo está contribuindo para este fato. Cuidado, todo cuidado é pouco para acionarmos esse botão da informação.
    Precisamos saber lidar com toda esta teia que está acontecendo entre nós, seres humanos, seres vivos e o único ser que possui o discernimento de pensar e saber distinguir do que precisamos fazer e o que queremos fazer e o que podemos fazer.
    Por isso, essa tecnologia de nada nos serve se não soubermos aproveitá-la, não usar por usar,
    mas saber a que objetivo se quer alcançar.
    Pensem nisso.
    Roseli :)

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  40. MARCIA
    As tecnologias estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia, devemos estar sempre nos atualizando. Esta ferramenta é muito útil, cabe a nos saber utiliza las durante as aulas, mais de forma adequada.
    O educador deve estar sempre se atualizando,independente de ter uma carga horária maior ou menor, pois os alunos já entram na escola alfabetizados com a tecnologia.

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  41. É importante para o aprendizado dos educando assim como sendo uma ferramenta para os educadores.
    Devemos usar tecnologia na escola para acompanhar a sociedade pois a cada dia que passa esta mais informaticada, esta avançando e rompendo preconceitos cuanto as tecnologia, a 20 anos atraz era uma expectativa uma novidade, não sentíamos que seria um sucesso tão pouco uma necessidade populacional, pais os educadores necessitam desta formação alem de todas as outras pois cada educando deve saber para acompanhar a evolução da sociedade emprega tório, pois sem conhecimento e formação á busca pelo emprego se torna complicado e difícil para o candidato.
    É como todo educandário o educador se torna referencia ao seus educando então de estar sempre informado sobre como e por que, para que e quando usar as tecnologias. Que estão disponíveis.

    Nome: Elizabet Maria de Lima.

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